quinta-feira, 17 de maio de 2007,10:24:00 da manhã
A visita
No dia 17 do mês de Abril de 2007, a conceituada escritora Maria Teresa Maia Gonzalez veio, pela manhã, à nossa escola.
Foram escolhidas algumas turmas para receber a escritora e a cerimónia teve lugar no bem nosso conhecido Centro de Recursos.
A autora de livros como "A Lua de Joana" começou por se afirmar como uma pessoa que não gosta de ser idolatrada, pedindo que se desligassem as câmaras ou outros audiovisuais de gravação. Mesmo assim, aceitou que lhe fossem feitas algumas perguntas e estas publicadas no nosso jornal: o Pinheirinho.
Após a apresentação do "Antónimo", que não é nada, mas é tudo, não é homem, nem mulher, criado pela turma do 6ºB, perguntas curiosas como “De onde surge a sua imaginação?” surgiram e a autora foi sempre respondendo às nossas questões com um grande sorriso e ânimo.
Durante a breve entrevista à escritora, os alunos descobriram que o sucesso "A Lua de Joana" tinha sido escrito com raiva, traduzido para mandarim, adaptado para teatro, e tinha sido inspirado em todas as Joanas e Joões que passaram na sua vida com histórias tristes como a que conta o livro. A autora confessou ainda que muitos outros livros são escritos com raiva ou alegria, uns frutos da sua imaginação e outros verídicos.
Durante a manhã, a autora referiu várias vezes que a sua missão de vida era mudar o mundo, e o tinha conseguido: "Cada pessoa é um Mundo! Já consegui mudar a mentalidade de algumas pessoas, já mudei o Mundo."
Pela mesma razão anteriormente citada, a escritora afirma ter querido ser bombeira, se não tivesse sido professora.
Maria Teresa Maia Gonzalez preferiu terminar a sua carreira como professora dedicando-se exclusivamente aos livros, pois era complicado conciliar as duas profissões.
No fim desta manhã, há um pensamento que nos fica na memória: "Quem discute pessoas são os mais medíocres, quem discute factos são os medíocres, e quem discute ideias são os pensantes". Isto no seguimento das discussões que surgiam nas escritas de parceria, como aconteceu em “O Clube das Chaves” que foi feito para concorrer a um concurso.
A autora diz visitar muitas escolas por ano, mas mesmo assim, nós gostámos muito desta visita tão especial e esperamos que a escritora tenha ficado tão contente com a nossa escola como nós pela sua visita. Volte sempre!


DANIEL CATITA E RITA MENDONÇA, 9ºC

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sexta-feira, 20 de abril de 2007,11:04:00 da tarde
O encontro, a entrevista, a sessão de autógrafos...
O encontro / visita à escola da escritora Maria Teresa Maia Gonzalez decorreu no passado dia 17. Aqui estão algumas fotos do evento. Parabéns à escola, ao Cre Lorosae, ao Departamento de Língua Portuguesa mas, principalmente, aos alunos que possibilitaram que ele decorresse da melhor forma. Esperamos que tenham gostado.

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terça-feira, 10 de abril de 2007,12:12:00 da tarde
A entrevista que gostaríamos de fazer
Eis aqui algumas das questões que gostaríamos de fazer à escritora Mª Teresa Maia Gonzalez:

- Quantos volumes faltam para completar a colecção "Profissão Adolescente"? (Rute)


- Onde vai buscar a inspiração para tantas obras? (Luís)

- Que idade tem? (Rita G.)

- Qual o primeiro livro que escreveu? (Nadine)

- Os lugares que descreve e as suas personagens são verídicos ou fruto da sua
imaginação? (Ruben)

- O vocabulário juvenil (calão) é alvo de pesquisa? Como consegue conhecê-lo tão bem?
(Ruben)

- Ganha muito bem com a profissão de escritora?
(Marco)

- Há alguma razão especial para o uso específico de uma palavra de calão?
(Rute)


- O que é preciso para se ter uma carreira de sucesso na escrita?
(Ruben)

- O que é que a incentivou a ser escritora?
(Nadine)

- Escreve à mão ou usa o computador?
(Marco)

- Já alguma vez escreveu poemas?
(Ruben)

- Quando e onde nasceu?

- Que idade tinha quando publicou o primeiro livro?

- E quando começou a escrevê-lo?

- Qual o seu autor preferido? (Ruben)

- Onde gosta mais de escrever?
(Luís)

- Em que momento se sente mais inspirada?
(Rute)

- Já escreveu algum conto infantil?
(Ruben)

- Era boa aluna na escola?
(Rute)

- Algum dos seus livros é inspirado na sua vida pessoal (a própria, filhos...)? (Marco)

- Qual o livro que mais gostou de escrever?
(Luís)

- Gosta de uma escrita mais arrojada ou mais clássica? (Ruben)

- Se não fosse escritora, o que gostaria de ser? (Marcos)

- Qual o seu maior sonho? (Marcos)

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sexta-feira, 6 de abril de 2007,3:50:00 da tarde
O Clube das Chaves
"O clube das chaves" é uma extraordinária colecção juvenil escrita pelas autoras Maria Teresa Maia Gonzalez e Maria do Rosário Pedreira que conta com 21 volumes no seu total. Quatro jovens com idades entre 13 e os 14 anos fundam este clube e vão viver inúmeras aventuras ao tentar desvendar curiosos enigmas e mistérios. O grande responsável é o Avô Cosme, que teve uma vida cheia de aventuras, que está quase a completar 70 anos e que vai lançar ao seu neto Pedro, vários enigmas que conduzirão a surpreendentes mistérios. No dia do seu aniversário, Pedro descobre que o Avô Cosme lhe deixou uma herança misteriosa: uma colecção de chaves, cada uma delas com um enigma para descobrir. A acompanhar a colecção de chaves, vem ainda uma carta onde o avô explica as regras daquele jogo fora de vulgar. É preciso seguir as pistas dadas por cada uma das chaves; é preciso descobrir o que elas querem dizer; e Pedro pode pedir ajuda a pessoas que considere de confiança. Pedro, resolve assim desafiar Frederico, o seu melhor amigo, Anica, a sua irmã e Guida a sua prima a juntarem-se e cumprem um juramento sério e inquebrável fundando um clube secreto a O.R.D.E.M., Organização para a Resolução e Descodificação de Enigmas e Mistérios. Pedro, Anica, Frederico, Guida e o misterioso fantasma da ORDEM estão imparáveis ao seu sucesso como pequenos detectives. O sucesso da colecção explica-se pela talentosa combinação entre aventuras cheias de imaginação que prendem o leitor, com a qualidade literária que leva os adultos mais especificamente os professores a divulgar a sua leitura entre os mais novos.
João Gomes, 9ºC

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quinta-feira, 5 de abril de 2007,2:30:00 da tarde
O Clube das Chaves
Quando Pedro completa o 13° aniversario, recebe uma prenda muito especial de um ente que lhe era bastante querido, o avô Cosme. A prenda consistia numa caixa repleta de chaves e mensagens, enigmas.
E então que Pedro, Anica, Guida e Frederico formam a ORDEM, uma organização disposta a descobrir todo$ os mistérios por detrás de todas as chaves.
E em entra em acção que o clube começa. Vasco, desde logo veste o fato de fantasma, como vingança ao facto de ter sido excluído da ORDEM, por ser muito novo.
A ORDEM passa, depois, por uma série de aventuras, 21 para ser mais preciso.
Ficam presos por um fio, entre barreiras, mas no fim ficam sempre na crista da onda, acabando por pôr tudo em pratos limpos como quem caça a pantera ao mesmo tempo que toca a quatro mãos!
O assombro do clube, o priminho Vasco, é somente apanhado depois de um mergulho nos oceanos, em O Clube das Chaves agarra o fantasma.
Daniel Catita, 9ºC

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quarta-feira, 4 de abril de 2007,2:10:00 da tarde
O álbum de Clara
A personagem principal deste livro é a Clara. Clara tinha 14 anos quando teve um grande acidente, ficando no hospital para fazer tratamento, mas que não resolveu nada. A Clara saiu do hospital em cadeira de rodas. Na mesa de cabeceira do seu quarto, Clara tinha um álbum que era uma espécie de fronteira a separar o passado do presente e a comprometer o futuro num jogo de dores (na alma e no corpo). Tinha de enfrentar os colegas da escola, os amigos que julgava sinceros, os namorados que pareciam especiais, os pais, os vizinhos. Quando Clara foi pela primeira vez a escola, após o acidente, viu que quase tudo tinha mudado: quando passava pelas suas amigas, ninguém a cumprimentava e o seu namorado, que também pensava que era especial, andava com uma das suas melhores amigas, a Marta. Neste momento difícil, quem mais a ajudava era o Marco. Passados alguns meses, Clara começou a recuperar, andava só com uma canadiana, já não tinha aquelas marcas que tinha na cara e estava mais bonita. O seu ex namorado, ao vê-la assim, deixou a sua namorada, a Marta, e veio ter com a Clara, para lhe pedir se poderiam ser amigos novamente, mas esta recusou, dizendo-lhe que, quando necessitou de amigos, só tinha o Marco. Clara viveu feliz apenas com dois amigos: o Marco e a Joana.

A minha opinião em relação a esta obra de é que Clara foi uma grande campeã. O facto de ter passado por este problema e ainda para complicar, na altura que mais precisava, os seus amigos e até mesmo o seu namorado, não a terem ajudado foi extraordinário. Mesmo assim Clara não desistiu! Não é fácil passar por uma coisa destas e não ter o apoio de quem pensávamos que nunca nos deixariam de o dar, mesmo nas alturas mais difíceis. Às vezes, temos que passar por coisas menos boas, para sabermos, quem realmente gosta de nós e nos apoia. Graças a dois grandes e verdadeiros amigos, Clara conseguiu ultrapassar este problema, não totalmente, mas a caminhar para a sua recuperação. Gostei desta obra, pois acho que se identifica bem com a vida que levamos hoje em dia, não o facto de Clara ter tido o acidente mas sim o facto de não ter o apoio, de algumas pessoas que para ela eram as pessoas mais importantes do mundo.
Nadine Fernandes, 9ºC

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terça-feira, 3 de abril de 2007,5:15:00 da tarde
Recados da Mãe
Este livro trata a história de duas irmãs, Leonor e Clara.
Está escrito na primeira pessoa, foi escrito por Leonor, é um relato da vida destas duas irmãs após a morte da mãe.
A obra tem como título "Recados da Mãe", pois, para que Leonor não sentisse tanta falta da mãe e para que acreditasse que, embora no céu, a sua mãe continuava a gostar muito dela e que nunca a iria esquecer, Clara dizia à irmã que sonhava com a mãe, e que a mãe mandava recados para a Leonor. Estes recados que deixavam a pequena Leonor tão contente não eram nada mais que imaginações que a irmã mais velha tinha.
Ambas as raparigas aprenderam a ser mães, de maneiras diferentes, Clara tornou-se missionária e foi para África ajudar as crianças de Moçambique e Leonor adoptou uma criança.
Este livro conta como é que estas duas crianças de 6 e 10 anos conseguiram ultrapassar a situação mais difícil das suas vidas.
Rita Mendonça, 9ºC

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segunda-feira, 2 de abril de 2007,5:04:00 da tarde
David, um herói entre chamas
David mora numa aldeia, perto da Guarda. É um rapaz que vive com os seus avós, por ter os seus pais e irmã na Suiça. Ele é banalíssimo, um rapaz como tantos outros mas, ao mesmo tempo, é a pessoa mais simpática e solidária. David anda na escola secundária da sua aldeia. Na mesma escola, anda também Benedita: uma rapariga completamente neutra, triste e apática, embora seja a rapariga mais inteligente da sua escola, nunca se alegra e orgulha disso.

Estas duas pessoas são completamente diferentes, mas o destino irá juntá-las. Depois da escola terminar, algo irá mudar a vida de David e de Benedita. O que lhes vai acontecer fará com que eles percebam o quanto a vida pode ser cruel e injusta e que o Homem é, sem dúvida alguma, iludido e só olha para o lado exterior.


Opinião Pessoal:
Este livro leva-nos a perceber que a vida nunca tem um destino definido e nada é como nós pensamos que realmente é. Entre as entre linhas existem muitas morais. É uma história magnifica que, talvez, seja perfeita para um filme. Acho que é um dos melhores livros da autora porque é uma história muito emotiva mas, ao mesmo tempo, engraçada. Também mostra como, de um momento para o outro, um rapaz que, aparentemente, não tem qualquer preocupação, tem de começar a olhar para a vida com outros modos e a ganhar uma maturidade.

Ruben Abegão Marques, nº18, 9ºC

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domingo, 1 de abril de 2007,5:10:00 da tarde
Ricardo, o radical
Ricardo, o radical é o terceiro número de uma excelente colecção chamada: “Profissão adolescente”.
Neste livro, a autora relata a vida de um jovem cujos interesses são: motos, surf, a música estridente dos Smashing Pumpinks, os amores de ocasião, noite e a cerveja.
Ser radical. É essa a forma como Ricardo se assume perante a vida. Rasca ou não, a sua geração descobriu os podres da sociedade camuflada por tanta hipocrisia e distante da realidade daí a necessidade de dizer “Estou vivo e cheio de speed yooo”. Ricardo vive com a paranóia do perigo tipo danger is my business.
No meio de tanto radicalismo, Ricardo vai encontrar aquilo que mais o assusta, o amor e aí tudo á sua volta vai mudar e talvez Ricardo perceba que tem de haver mais alguma coisa para além dos seus desportos radicais como o bungee-jumping e pára-quedismo e do seu físico admirado por todos.
Rute Sousa, 9ºC

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sábado, 31 de março de 2007,5:01:00 da tarde
O Guarda da Praia
O Guarda da Praia, de Maria Teresa Maia Gonzalez, conta a história de uma escritora que, durante cerca de um ano, se retirou da cidade, entre as confusões, para perto do mar, com o propósito de terminar o seu romance.

Quando se preparava para começar, apareceu-lhe um rapaz que a fez mudar de ideias relativamente ao tema do seu livro.

Toda esta história gira em torno da relação, que a protagonista desenvolve com o pequeno personagem (Dunas) que, quer exista na realidade, quer seja apenas fruto da imaginação da protagonista, exerce uma grande influência na sua personalidade.

Catarina Afonso, 9ºC

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